Braçada húmida

Foto: Reuters

Se não percebemos quão extraordinários e simultaneamente limitados nós somos, estamos a desperdiçar o nosso capital de análise.

Luciano Floridi, Público, 17.12.26

 

Então em vez de acelerarem o processo de pagamento das prestações de reforma já vencidas, despacham-se mais rapidamente os processos do rendimento mínimo, continuando-se a não prestar qualquer informação sobre como e quando irão os cidadãos receber os valores acumulados a que têm direito?

 

Nota de rodapé – qualquer semelhança entre estas palavras do antigo diretor do semanário O Povo de Guimarães António Rocha e Costa (Mais Guimarães, 18.12.26) e a realidade dos dias que correm pela mão do senhor Viera da Silva e o beneplácito do senhor Costa é, apenas, a pura realidade de um país que não para de empobrecer; simpática e alegremente.

Pobre país!