Arte da despedida

Ter esperança implica acreditar em algo que não podemos provar nem testar.

Luciano Floridi, Público, 17.12.26

Voltando a falar de pobreza; olhando ao pé da porta, importa levantar já uma questão: então seis mil vimaranenses vivem em bairros sociais?

É muito?

É o normal?

E, desses seis mil, também há quem poderia viver num outro lugar ou com espaços menores do que o ocupam?

A peça que Joana Quintas assina na página sete do semanário Mais Guimarães não nos diz (e se calhar não tinha que o dizer), mas, nem por isso, as perguntas acima deixam de fazer sentido, pois não?