Olhar da semana

Começo este olhar da semana por me penitenciar: já tinha ouvido há dias uma música agradável enquanto passava pela rua da Rainha; pleno centro histórico de Guimarães. Ainda desviei a caminhada um pouquito, mas estava tanta gente por aquela rua que segui; largo de Donães adiante.

Pronto! Já disse. Mas falta expor o essencial: ali, mesmo em frente ao rés-do-chão onde o meu parente (afastado, mas é parente cá de casa) Gaspar fechou um espaço que ganhou fama, nasceu um outro espaço; que promete ganhar fama; muita fama. E tenho certeza, muito proveito. Para quem o frequenta e para quem por ali passa.

E porquê? Simplesmente porque é diferente. E muito belo. Um cantinho a reter em terras de D. Afonso.

Então é assim, caro leitor: se toca umas coisas e pensa que pode interagir com os seus amigos (ou desconhecidos) pois então vá ali; paredes meias com o largo mais bem recuperado de Guimarães. Nem precisa de levar o seu instrumento. E toque. Com calma, porque o espaço é de paz; sossegado e muito, muito belo.

O nome? Sei lá! O que importa é o lugar e o conceito.

Quem disse que não há coisas lindas em Guimarães, quem foi?

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