Olhar a recordar

O Centro Histórico de Guimarães é pequeno e frágil e não podemos, postumamente enjeitando todos os ensinamentos do turismo destrutivo das grandes e pequenas cidades por essa Europa fora, permitir que Fernando Távora tenha razão quando chamava ao Centro Histórico de Guimarães “múmia embrulhada em sacos plásticos”.
Francisco Teixeira, Mais Guimarães, 18.10.31