Memórias involuntárias

cheias no Campo da Feira, Guimarães (2008)

Já houve um mundo perfeito em que a palavra “senhor” não saíra ainda do dicionário.

Manuel S. Fonseca, E, 18.01.27

 

Introdução – é urgente ler – com a maior atenção possível, por favor – a peça (assinada por Nicolau Ferreira) no jornal Público (18.07.07): corremos o risco de “parar todas as fábricas e a Terra continuar a aquecer.

 

1. Não, não falarei por aqui, das estúpidas estupidezes que (nós) os humanos não paramos de fazer; são tão graves, tão graves que, infelizmente, não só falam pelos erros humanos penetrantes como apagarão este “asteróide do planeta!

2. Do texto do jornal Público retive com uma profunda dor fico-me por estas palavras: tal como o derretimento da Gronelândia, estima-se que o derretimento do gelo da região oeste da Antárctica seja irreversível a temperatura aumentar entre um e três graus.

3. Não; não nunca fui pessoa de atirar a toalha ao chão, mas confesso verdadeiramente assustado com o devir.

4. A Terra vai-se; num aquecimento muito, muito humano, não vai?