Há abusos inéditos?

Não há razão para ter esperança, mas podemos escolher ter esperança.

Paul Schrader, in Ípsilon, 18.07.13

 

Se não forrem tomadas medidas concretas para o ano, a CP [Comboios de Portugal] será confrontada com o aparecimento de novos operadores, sem ter qualquer capacidade de respostas ou concorrência, diz o coordenador da Fectrans (Federação dos sindicatos dos transportes e comunicações), José Manuel Oliveira – Público, 18.08.04.

O primeiro impacto poderia ser assim do tipo: olha-me este sindicalista!

Infelizmente para o bolso do pagante português – leia-se todos os contribuintes (somos cada vez menos, não somos?) – este dirigente sindical tem razão.

Não? Olhe-se para este título do jornal Público (18.08.03): CP ameaçou demolir peça de museu que acabaria salva por espanhóis. A ferrovia sempre foi melhor tarda pelos nossos vizinhos espanhóis. Basta só recuar ao início das ligações de comboio!

Ui! O senhor ministro Pedro Marques ainda está por aí?

Nota de rodapé: e o senhor secretário de Estado das Infraestruturas, Guilherme d’Oliveira Martins, aquele senhor da ausência de colapsos na CP?

 

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