À luz da ética, os que vigoram por aí…

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O silêncio dá esperança à intervenção que o rompe.

Inês Cardoso, Jornal de Noticias, 18.06.30

 

1. Há muito que nós, portugueses sofredores e ainda a curarmos as mazelas agressivas e destruidoras de um tempo rude e doentio, sabemos com a direita que abraçou no mesmo objetivo abrasivo PSD e CDS para levar um tal de Pedro (e o seu apêndice – seria mesmo? – Paulo) ao colo, para matar todas as esperanças de um melhor devir dos portugueses é, para além de outras vaidades, defensora sem escrúpulos da total privatização de bens, serviços e pessoas.

2. Também os dois – sim!, os dois (os outros dois membros da coligação – peço desculpa, havia um terceiro membro; fascista e assustador de que já não recordo o nome) que são assim uma espécie de apêndices bolorentos; que cirurgias inteligentes há muito teriam fendido – representantes na assembleia municipal de Guimarães não são exceção. Talvez mais papistas, em alguns pormenores do que o tal de Pedro e os seus apoiantes; assim do tipo aquele deputado feliz por dizer as lamentáveis, violentas e dolorosas palavras comparativas entre acidentes em Portugal e Grécia.

3. Não? Começando por uma tal de Sara, Martins de seu apelido – que usa palavras e expressões mais agressivas do que a lixa dos carpinteiros – que quer privatizar todos os serviços públicos de qualidade existentes; como os da que a cooperativa com sede na vila termal de Caldelas – e terminando em Ângela Oliveira, que o seu sonho é privatizar as termas de Caldas das Taipas, e as visitas à Citânia de Briteiros.

4. Caramba! Tudo vale para as deputadas na assembleia municipal de Guimarães eleitas pela coligação de direita em Guimarães?

Não acredito! Ou será que tais palavras explicarão tantas ausências na bancada laranja?

 

Ah! O deputado socialista, Paulo Silva, não deixou dúvidas: Não deixa de ser curioso que aquando da Lei 50/2012 do Governo PSD/CDS, a interpretação dos partidos que suportavam o Governo era que as entidades do setor empresarial local do estado deviam ter sustentabilidade financeira proveniente da venda de serviços.