Solidão e tantos mistérios

imagem: agenciajovem.org
Ao sentimentalismo há que somar o moralismo galopante que, muitas vezes em nome de valores mais do que respeitáveis, vem impor um fundamentalismo comportamental que confunde empatia com sisudez.
Ana Cristina Leonardo, E, 18.06.30

 

Israel é o país do caos. Nasceu do caos; por aqueles tempos as manifestações religioso-teológicas eram o caos perfeito.

Israel é o país do caos. Sim!

Israel é o país – pequenitote, mas violento como todo o arame que mantém à distância outras entidades que mais se aproximam da violência destruidora, nascida com as alterações climática e o apocalipse do planeta!

Não, não estou a pensar (só) em bombas. Muito menos em tempos de tiros de bazuca que matam tantas e tantas pessoas indefesas que morrem porque – no pleno direito ao seu torrão terrestre – estavam na hora mais violenta no sítio que era seu. Penso; estou agora a fazê-lo nos corpos carbonizados, mutilados, apagados ou atirados para a berma da estrada –  luxuosamente alcatroada por onde passam as lagartas dos tanques ferozes de um país (imagine-se ou pasme-se!) agora já.

Israel – com um beneplácito de um país á deriva, mas convencido que ainda é o comandante do planeta – parvoíce à moda de Trump! – é o caos que mata todos aqueles que só um tipo de vínculo religioso do mesmo deus destruidor e sem “leite e mel”.