Deus? Onde?

Na cidade permanecem vazios urbanos à espera de maior atenção e um novo uso. Muito deles com dimensões impressionantes e localizações privilegiadas.

Samuel Silva, reflexodigital, 18.03.01

 

Vou! não, vamos, meu amor? não vou!

Vou. Sabes, meu amor!, um fruto amadurecido à pressa nunca é tão saboroso como o fruto autêntico. Colhido na hora certa. E, sabes meu amor, nenhum pode continuar eternamente a alimentar qualquer estratégia de ruídos; principalmente um motor como o nosso em que a memória apaga com a facilidade que (eles) desejam. Desapareceu para todo o sempre…

Porra! E agora, meu amor?

Sabes, meu amor!, nunca vemos o que nos rodeia – o que passa acelerado ao nosso lado; pois não? – como me parece! Se existirem silêncios de permeio.

Mas, sabes!

Como somos…

Vês como o homem é dominador? O cão não pega no homem ao colo, ou pega?

É verdade, não é? Ah! Sabes o que nunca esqueci de outros tempos: Não há notícias menores, apenas jornalistas menos dotados.

De vez em quando há publicações que provocam – tipo: chega-se a deus com a razão?

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