O futuro está sempre em aberto

Os anjos são fáceis de pacificar, basta transformá-los em instrumentos e eles tocam logo a música da harpa que se lhes pediu. Os seres humanos são mais duros de roer, conseguem duvidar de tudo, até da evidência dos seus próprios olhares.

Salman Rushide, in Versículos Satânicos

 

Gosto; muito mesmo!, da visão de Adelina Pinto sobre Guimarães. E muito concretamente sobre a realidade associativa vimaranense. Olhe-se para estas palavras da vice-presidente da câmara de Guimarães na edição do passado dia 15 de fevereiro do reflexodigital

(O concelho de Guimarães orgulha-se da dinâmica do seu movimento associativo, que enriquece as suas gentes e quem nos visita)

Pronto! Sou de Guimarães. Vivo em Guimarães e gosto de olhar no devir. Um devir que se faz de realidades boas.

 

Por isso, olho com gosto para estas palavras de Adelina Pinto inseridas na edição do passado dia 21 de fevereiro do semanário Mais Guimarãespensar a cultura para Guimarães é pensar como é que se podem desenvolver as pessoas. Desenvolver cultura é aumentar patamares, é crescer.

E, sendo certo que

não há cultura que não comece com a educação, e não há educação que não conduza à cultura,

Guimarães já leva um certo avanço. Daí que vinque estas suas palavras:

temos que pensar a cultura de Guimarães para o mundo.

Já andam por aí os primeiros exemplos. E isso é tão  bom, não é?

 

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