Somos culpados e matamos futuros II

Prefiro ser rude e apontar com o dedo a ser acusado de conluio com qualquer dos falecidos filósofos franceses dos últimos anos.

Manuel S. Fonseca, E, 17.12.01

 

Adoro a liberdade; a opção individual sobre as ações e atos ou atitudes.

 

Adoro a liberdade que os partidos concedem às pessoas; os seus militantes. Oh! Se adoro!

Adoro a forma como as estruturas de poder adoram a liberdade de cada um, quando se trata do endeusamento ou do culto do chefe.

AH! Adoro a liberdade de pensamento; expressão e olhar. Aqui, lá mais em cima ou ali mais ao lado.

 

Como adoro pensar, olhar e expressar-me livremente deixei de adorar as estruturas e/ou instituições onde o culto do chefe, o endeusamento do líder ou a criação de um deus – com ou sem celebrações, parlamentos ou altares – são

(apenas)

janelas para o tributo.

 

Qualquer semelhança com os dias que correm nos dias processuais dos partidos, seitas ou grupos religiosos, não é mera coincidência; apenas faces de uma mesma moeda.

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