Vitória sobre a situação

Astrofísica é um bónus cutucante para estados do governo

Alexandra Lucas Coelho, in ao deus dará

 

Mais um olhar a ter bem presente quando – até outubro a coisa vai agudizar-se – nos vierem dizer que em Guimarães tudo é mau ou pode piorar; como possa ser deixar fugir empresas.

A TMG tem três unidades industriais de referência: duas no concelho de Guimarães, em Ronfe e S. João de Ponte (Campelos) e uma na sua sede em Vila Nova de Famalicão, mais concretamente em S. Cosme do Vale, na rua Comendador Manuel Gonçalves, isto é, uma justíssima referência ao fundador da TMG.

Só que a TMG – como organismo vivo que é, cresceu (e continua, felizmente) a crescer e a fazer dos seus dias uma adaptação às realidades que cruzam esses mesmos dias. Vai daí, “a velha unidade fabril, fundada há 80 anos por Manuel Gonçalves, vai acolher novas linhas de produção da TMG Automotive [localizada em Campelos] e renovar o parque de máquinas da TGM Tecidos”.

Excelente! Sinal claro de vitalidade.

Então qual é o risco de aproveitamento político?

Nenhum. A TMG continuará em Guimarães, em Ronfe e S. João de Ponte. A diferença é que, crescendo, não tem que aumentar custos tendo, como tem, excelentes instalações em S. Cosme do Vale.

Só isso.

 

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