Os olhares devem ser sempre iguais?

foto: pcp.pt

Dado que entramos oficialmente na “estação tola”, e salvo na Casa Branca onde continuam as banalidades de Trump, os políticos foram maioritariamente a banhos (os da oposição a Maduro, não se sabe bem para onde foram).

Ana Cristina Leonardo, E, 17.08.05

 

O PCP censura o governo português por não reconhecer o resultado eleitoral na Venezuela e, na quinta-feira, criticou o executivo do senhor Costa por este tomar uma posição “contrária aos interesses da comunidade portuguesa naquele país”; afinal diz a comunicação oficial dos comunistas portugueses – que “saúda o povo venezuelano pela defesa da democracia e da Paz” –  o que está em causa é a segurança da comunidade portuguesa residente na República Bolivariana da Venezuela, o que “implica a condenação das ações desestabilizadoras, terroristas e golpistas”.

Não tenho nada contra a favor da posição política dos partidos, mas sempre gostaria de ver coerência nas suas tomadas de posição. Por exemplo no que concerne a um país de nome Coreia do Norte.

 

Nota de rodapé: Na Venezuela corre-se contra o tempo numa pista manchada de sangue (título do jornal Público, 17.08.04)

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