Da cidade para o bairro; verde, mas pouco

Antes dos monoteísmos, os homens não se separavam da Natureza, eram uma parte dela e têm consciência disso.

Michel Onffray, in Ípsilon, 17.05.12

 

Quarta feira, dia 28 de junho. 19H32.

Como acontece regularmente lá vou eu na minha corrida, antes do jantar.

Como muitas vezes acontece, a primeira parte do percurso passa pela horta pedagógica de Guimarães.

 

E vejo, ali mesmo junto à casa de apoio à horta, algo estranho preso nuns espetos que controlam a velocidade da água. Sei que o dia foi propício a descargas mais ou menos aceleradas (por vezes fortes) de águas nas linhas de água por causa de uns aguaceiros estranhos; para a época do ano.

Paro. E fico espantado com o que vejo. Não acredito, na verdade, no que os meus olhos me mostram.

Deixo, pois, a pergunta: aquilo que a foto documenta é lixo hospitalar?

Se é lixo proveniente de uma unidade hospitalar, que faz ali naquela braço da ribeira de Couros que, por ali, já devia correr mais salubre?

 

Anúncios