Quem nos protege?

foto: sapo.pt

Os falhanços fazem sentido desde que sejam colossais.

Josh Tillman (Father John Misty), Ípsilon, 17.04.07

 

Djalme Silva é um vimaranense dos sete costados. É justo; justíssimo, que um jornal vimaranense lhe dê o destaque que merece.

Mas, caramba! o Djalme – que até já dirigiu um jornal local com pinta – deve estar (e conhecendo-o como conheço, está) indignado com o perfil que um jornal vimaranense lhe traçou na página 16 na sua edição do passado dia 4.

Se o Djalme é mordaz – e é; sempre foi! – jamais escreveria prozas.

Não, não me enganei na escrita.

Como é possível alguém escrever “…mas a proza suficientemente criada para…”?

Grande abraço Djalme. Temos que falar de poesia, não achas? E de palavras; com sentimento português por dentro. Sem pensar em acordos ortográficos ou falta de seriedade nas palavras.

 

No português do outro lado do Atlântico, Proza é “coisa idiota, inconveniente, estranha, desnecessária”.

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