Conversa cheia de silêncios

O primeiro-ministro de Portugal, António Costa (C), acompanhado pelos ministros, das Finanças, Mário Centeno (C-D), da Economia, Manuel Caldeira Cabral (2-C-D), do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, António Vieira da Silva (C-E) e pelo da Agricultura, Capoulas Santos (2-C-E), durante a reunião da Comissão Permanente de Concertação Social, na sede do Conselho Económico e Social, em Lisboa, 10 de dezembro de 2015. Ponto único da ordem de trabalhos: apresentação do Programa de Governo e debate da agenda da Concertação Social. MIGUEL A. LOPES/LUSA
foto: Miguel A. Lopes (LUSA)

António Costa. Quis fazer um brilharete e anunciar um acordo sem ter assegurado as condições políticas para a sua aprovação. Primeiro, não negociou com os partidos à sua esquerda. Depois, também não tentou puxar previamente para o seu lado os paridos da oposição. Agora não se pode queixar. O mal está feito, a culpa é sua e não dianta tentar sacudir a água do capote.

Martim Silva, Baixos, Expresso, 17.01.14

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