Desfazer o círculo do inferno

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O passado está sempre a irromper no presente e o futuro já aconteceu.

Manuel S. Fonseca, E, 16.11.26

 

Se mais nada não houvesse – e há imensas realidades lindas que merecem destaque – só o facto de Guimarães ter aderido ao desafio da Comunidade de Santo Egídio (fundadora da rede de municípios cidades pela vida contra a pena de morte) dá um alento a um cidadão vimaranense feliz com o futuro. Não, não é lirismo! É perceber que também em terras de D. Afonso há quem se una aqueles que no mundo dão as mãos “pela vontade de acelerar a definitiva eliminação da pena capital do panorama jurídico e penal dos estados”.

Isso não é lirismo, é humanismo.

E nem faço questão de vincar que Domingos Bragança afirme que a adesão município vimaranense a esta é exemplar, não. Aquilo que mais me enche de vaidade é perceber que Guimarães não só se “empenha” em garantir uma aposta na contribuição do aumento do respeito pela vida e pela dignidade humana, mas porque a comunidade local vimaranense pode trabalhar “na qualidade de entidade coletiva capaz de contribuir para o aumentar o respeito pela ida e pela dignidade do homem”. Basta, obviamente, os cidadãos serem ativos; participativos.

Afinal, a vida, é fundamental!

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