Regresso à normalidade

monumentos

Temos presente a mais e o tempo, este tempo, é um cárcere.

Manuel S. Fonseca, E, 16.11.26

 

Estive, na passada sexta-feira, dia 25, no pequeno auditório do Centro Cultural Vila Flor, na apresentação da revista Monumentos, agora, finalmente!, na sua verdadeira e fundamental versão: em papel.

Pela intervenção de Alexandre Alves Costa, do corpo redatorial daquela publicação, quem tivesse dúvidas sobre o que a anterior geringonça de Paulo e Pedro (mais articulada com motivações vindas de fora, de centros decisórios só para alguns, e, portanto, incapaz de olhar para as pessoas) fez à Cultura em Portugal, perdia todas as ilusões. Muito mais do que a fusão de instantes e outras coisas do Estado, o governo de direita entregou a revista a Assunção Cristas, pasme-se!, ministra na área do Ambiente. Coisa de cultura, já se vê! Felizmente que se vai respirando um ar mais suave em Portugal.

Em jeito de rodapé diga-se que o presidente de câmara de Guimarães, assumiu publicamente a compra de exemplares desta bela revista.

Muito bem!

Afinal, o número apresentado em terras vimaranenses é um excelente trabalho sobre Guimarães. O seu espaço urbano e a habitabilidade conseguida pela arquitetura.